Então criamos novas necessidades, queremos mais, queremos melhor, queremos agora.
Pra toda ação, uma reação, e aquela benéfica linha de produção agora revela sua verdadeira face: poluição, insanidade, fome, h-i-p-o-c-r-i-s-i-a, e todos vivendo dia-a-dia em prol do bem-estar próprio. Seremos extintos coletivamente.
Alguém tem uma solução? Eu tenho um esboço.
A revolução mental é uma saída. As ferramentas já estão na mão, estamos aqui e em qualquer lugar, onipresentes na virtualidade. Somos inteligentes, cultos, multi-culturais, poliglotas, somos tudo, mas sem o básico - o bom e velho básico - a verdade é que somos nada.
Um bom começo é mudarmos nossa relação com o mundo. Teoricamente é muito fácil, pois o mundo é este que pisamos e respiramos, não vai mudar. Todo o restante, repito, TODO O RESTANTE, está concentrado nessa pequena caixa craniana pensante, criadora de muitos problemas e poucas soluções.
O que acabei de escrever é o que tenho pensado todos os dias, desde que os problemas globais apareceram. Quero escrever sobre coisas boas, artes, conhecer pessoas boas e que também se preocupam sobre o rumo que as coisas estão tomando.
Eu quero evoluir mentalmente, mas sozinho será em vão. E que isso seja o mais rápido possível. Uma revolução.
R-evolua.
Geovanni.

É isso aí, Geovanni. Fincando mais um marco na terra digital. Abraços, Marcelo
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